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Cirurgião Vascular em São Paulo
Atualizado: 1 hora 48 minutos atrás

Tabagismo e a doença vascular

qua, 08/17/2022 - 09:44

NÃO FUME. Você ouve isso de todo profissional médico que conhece. Você ouve que causa câncer, ataques cardíacos e derrames. Esse produto pode causar tanto dano? Sim!

A realidade dos cigarros é que não é um item único. Toda vez que você fuma, você não apenas ingere nicotina, mas centenas de outros produtos químicos mortais na folha de tabaco, papel, contaminantes e fertilizantes usados para cultivar tabaco. Com o tempo, o acúmulo desses químicos causa sérios danos a vários órgãos. E, ao contrário de muitas coisas na vida, a moderação no fumo não é uma cura.

O benzeno, por exemplo, é uma substância na lista de perigos nacionais da Agência de Proteção Ambiental. É abundante na fumaça do tabaco e leva mais de 32 horas para sair completamente do corpo humano. Isso significa que mesmo UM cigarro por dia continua a manter esse veneno em seu sistema.

O que FUMAR faz com suas artérias? O tabagismo é a principal causa de morte evitável no Brasil. Seu efeito sobre ataques cardíacos, doenças vasculares periféricas e derrames se deve aos danos que o fumo causa nas artérias.

Os dois produtos químicos nos cigarros que causam mais problemas são a nicotina e o monóxido de carbono. A nicotina, além de viciante, tem efeitos muito poderosos nos vasos de todo o corpo. É um estimulante que acelera o coração em cerca de 20 batimentos por minuto com cada cigarro. Aumenta a pressão arterial e é um vasoconstritor, o que significa que faz com que as artérias de todo o corpo fiquem menores. Isso torna dificulta para o coração bombear o sangue através das artérias contraídas e faz a liberação corpórea de suas reservas de gordura e colesterol no sangue.

Fumar acelera o processo de endurecimento e estreitamento das artérias; começa mais cedo e coágulos sanguíneos são duas a quatro vezes mais prováveis de acontecer. Fumar reduz os níveis de colesterol de lipoproteína de alta densidade (“bom”) e aumenta os níveis de colesterol de lipoproteína de baixa densidade (“ruim”). Diminui a movimentação do colesterol pelo corpo, contribui para o acúmulo nas artérias. Isso o coloca em risco de ataque cardíaco, derrame e perda de membros.

Fumar aumenta o risco de coágulos sanguíneos significativamente. Se o sangue coagular em uma artéria e não conseguir mais passar, o tecido que deveria ser suprido com sangue perde a sua fonte de seu oxigênio e nutrientes e morre em minutos. Isso pode resultar em ataques cardíacos, derrames, e gangrena da perna.

 

TABAGISMO: Efeitos sobre o cérebro

Fumar aumenta o risco de acidente vascular cerebral ao estreitar as artérias responsáveis por levar sangue oxigenado ao cérebro. Além disso, os vasos cerebrais podem ficar bloqueados por um entupimento ou coágulo de sangue, o que pode levar ao acidente isquêmico transitório, derrame e paralisia. Se os vasos sanguíneos estiverem completamente bloqueados em uma parte do cérebro, essa parte morrerá.

Os pacientes podem perder a capacidade de falar, andar ou se mover normalmente ou, dependendo da parte do cérebro afetada, o derrame pode ser fatal.

FUMAR e Doença Arterial Periférica (DAP)

Todas as artérias do nosso corpo são altamente suscetíveis aos efeitos vasoconstritores da nicotina, bem como ao aumento de coágulos e riscos de entupimento decorrentes do tabagismo. O tabagismo é a principal causa de muitos dos casos de DAP que os médicos atendem. É também um poderoso fator agravante para pessoas que têm outras condições pré-existentes que causam problemas de circulação nas extremidades.

Fumar pode causar doença vascular periférica (DAP), que é o estreitamento das artérias que transportam sangue para os músculos das pernas e braços.

Quando os fumantes têm DAP, eles são mais propensos a ter dor nas pernas ao caminhar, enfrentar gangrena e amputações e não ter êxito no tratamento da doença.

Efeitos sobre a função sexual

Para homens na faixa dos 30 e 40 anos, fumar aumenta o risco de disfunção erétil em cerca de 50%. A ereção pode não ocorrer, a menos que o sangue seja capaz fluir livremente para o pênis, portanto esses vasos sanguíneos devem estar em boas condições. Fumar pode danificar as artérias e degenerá-las; a nicotina também estreita as artérias que levam ao pênis, reduzindo o fluxo e a pressão sanguínea peniana.

Esse efeito de estreitamento aumenta com o tempo, portanto, mesmo que você não tenha problemas agora, as coisas podem mudar mais tarde. Problemas de ereção em fumantes podem ser um sinal de alerta precoce de que os cigarros já estão afetando outras áreas do corpo — como os vasos sanguíneos que abastecem o coração.

TABAGISMO e Aneurismas

Estudos mostraram que fumar pode ter um efeito perigoso nos aneurismas. Fumantes eram mais propensos a desenvolver dilatações do que não fumantes, e esses aneurismas eram mais propensos a ruptura. Quando esses vasos sanguíneos dilatados se rompem, pode ocorrer sangramento interno.

Este sangramento pode ser fatal.

Se o seu médico de cuidados primários sugerir que você seja encaminhado a um especialista para doença vascular, consulte um cirurgião vascular.

CIGARRO ELETRÔNICO

Os estudos sobre os efeitos do vaping (cigarro eletrônico) não são tão abundantes quanto os do tabagismo. No entanto, vaping — rapé ou mascar tabaco — todos têm riscos à saúde conhecidos e NÃO são uma alternativa saudável ao fumo.

O que acontece quando você para de FUMAR? Dentro de 48 horas após parar de fumar, a pressão arterial diminui, a pulsação cai, a temperatura corporal das mãos e pés sobe e o nível de monóxido de carbono sanguíneo volta ao normal. Além disso, o nível de oxigênio no sangue aumenta e a chance de um ataque cardíaco diminui. É impressionante que as terminações nervosas começam a crescer novamente e a capacidade de saborear e cheirar é recuperada. No primeiro ano após parar com o tabagismo, a circulação e as funções pulmonares aumentam, e há uma diminuição da tosse, congestão nasal e falta de ar.

Prof. Dr. Alexandre Amato

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Categorias: Vascular

Pernas inchadas: o que pode ser?

ter, 08/16/2022 - 09:29

Pernas inchadas não necessariamente é uma doença, e embora a maioria das mulheres saiba disso, isso não deixa de as preocupar, especialmente quando falamos das mais vaidosas.

Assim, é comum nos perguntarmos o que pode estar causando esse inchaço e como podemos reverter ou evitar que isso venha a acontecer.

Se esse for o seu caso, o texto a seguir é para você. Veja a seguir as causas desse inchaço e como você pode se prevenir.

Pernas inchadas? Por que estou com isso?

O inchaço (também chamado de edema) ocorre quando grandes volumes de líquido linfático são depositados nos tecidos (acúmulo de líquidos).

Esses líquidos são compostos principalmente de água, proteínas e outras células. Se o inchaço for extenso ou persistir por muito tempo, pode ser sinal de algo além de um estado de retenção hídrica.

A retenção de líquidos ocorre na maioria dos casos de forma localizada nos membros inferiores – pernas, pés e tornozelos – mas também pode aparecer de forma generalizada por todo o corpo.

O inchaço também ocorre na parte superior do corpo, como nas mãos ou no rosto, ou se concentra em apenas uma parte destes.

 

Por que ficamos com as pernas inchadas?

O inchaço nas pernas aparece após uma estagnação de líquidos ou seu fluxo aumentado.

A presença de líquido intersticial, presente entre dois tecidos, pode dificultar a circulação linfática chegando até a favorecer infecções.

Gestantes e idosos são mais propensos a esse distúrbio, mas também pode ocorrer em pessoas simplesmente predispostas, acamadas ou em situações como obesidade e menopausa.

O inchaço nas pernas é acompanhado de dor, sensação de peso, tensão e dificuldades motoras.

Pode ocorrer repentinamente: por exemplo, pés ou tornozelos que incham durante a noite, mas na maioria das vezes se comporta de maneira enganosa, tanto que pode ser confundido com um simples ganho de peso.

Quais são as causas e doenças?

Mencionamos na introdução que o inchaço não é uma doença, mas sim um sintoma da presença de algo errado.

A primeira coisa a fazer quando aparece um inchaço estranho é certificar-se de que é edema com pressão; feito isso, antes de tomar qualquer ação, é essencial entender a qual doença ela está relacionada.

Pode ser retenção de água, inflamação ou um problema mais complexo.

Vamos tentar distinguir em categorias:

Os inchaços na perna mais comuns pode sinalizar a presença de:

  • Retenção de água
  • Insuficiência venosa (varizes)
  • Disfunção dos canais linfáticos
  • Infecções ou lesões
  • Alergias
  • Trombose Venosa Profunda (TVP)
  • Tromboflebite (Tromboflebite aguda e Tromboflebite crônica)
  • Úlcera venosa
  • Linfáticas
  • Linfedema
  • Arterial
  • Fase de dor isquêmica de repouso da aterosclerose
  • Outros órgãos e sistemas
  • Lipedema
  • Insuficiência hepática
  • Insuficiência Renal
  • Síndrome nefrótica
  • Insuficiência cardíaca direita
  • Hipotireoidismo
  • Hipoproteinemia
  • Hormônios
  • Artrose
  • Diabetes
  • Trauma, lesão muscular, síndrome da pedrada
  • Queimadura
  • Drogas
  • Reposição hormonal e uso de determinados medicamentos
  • Bloqueadores do canal de cálcio, esteróides, antiinflamatórios não esteroidais
  • Infecção
  • Celulite
  • Erisipela
  • Osteomielite

Além das muitas causas citadas acima, pernas inchadas também pode aparecer quando:

  • A pessoa está em um período de pós cirurgia de bypass arterial coronariana
  • Obesidade
Inchaço localizado e varizes

A insuficiência venosa é certamente uma das causas mais comuns de pernas inchadas e geralmente ocorre em conjunto com as varizes mais visíveis.

O aparecimento de varizes nas pernas é muitas vezes encarado como um problema puramente estético, mas é um processo patológico que não deve ser menosprezado.

É importante levar a sério o aparecimento de varizes no corpo porque são o sinal de uma disfunção que pode levar a consequências incapacitantes.

A insuficiência venosa e o consequente acúmulo de líquidos levam a uma sensação de peso nos membros inferiores e a uma dilatação mais preocupante das veias.

Curas e remédios para pernas inchadas

Formas leves de inchaço nas pernas regridem independentemente ou com algumas precauções. Esses bons hábitos são os mais recomendados para evitar hipertensão ou retenção hídrica:

A compressão graduada ajuda a prevenir distúrbios relacionados à circulação sanguínea e linfática, mas também é um grande apoio para quem sofre de diversas doenças.

Em caso de pernas inchadas, causadas por retenção de líquidos, a prática dos hábitos mencionados acima promove o retorno circulatório e auxilia na eliminação do inchaço.

Garantir nossa saúde e bem-estar não precisa ser um esforço: alguns pequenos hábitos para integrar à nossa rotina serão suficientes para nos garantir mais despreocupação.

Por que se cuidar?

O cuidado vai evitar o aparecimento de marcas e cicatrizes indesejadas nas pernas. Uma das coisas que mais mantém a autoestima feminina é justamente o cuidado com o corpo.

Portanto, saiba que quanto mais você tiver bons hábitos, mais você poderá manter a cabeça longa dessas preocupações.

Acima de tudo, evitando ficar com as pernas inchadas, você vai se sentir bem consigo mesma e exaltar o máximo a sua beleza.

 

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Orlistate/Xenical como funciona?

seg, 08/15/2022 - 09:00

Você talvez já tenha ouvido falar em um medicamento chamado Orlistate. Estamos falando de um remédio muito utilizado no combate ao sobrepeso, mas que nem todos têm conhecimento sobre ele e como ele funciona.

Quer saber tudo sobre o medicamento? Então vamos agora mesmo ver todas as informações necessárias.

O que é Orlistate (Orlistat)?

Orlistate é um ingrediente ativo usado no tratamento de pacientes com sobrepeso e obesidade.

Apesar de ser um medicamento utilizado para combater o sobrepeso e a obesidade, é importante ressaltar que o tratamento com orlistate deve necessariamente estar associado a uma alimentação adequada (desenvolvida por especialistas e profissionais e certamente não baseada no “faça você mesmo”).

Orlistate está disponível em formulações farmacêuticas adequadas para administração oral (comprimidos mastigáveis ​​e cápsulas).

Alguns dos medicamentos que o contêm são dispensáveis ​​sem obrigatoriedade de apresentação de receita médica, enquanto outros exigem receita médica repetível (estes últimos contêm o ingrediente ativo em doses mais altas). Mas isso não significa que pode ser feito automedicação.

Todos, entretanto, contam com um custo que é integralmente suportado pelo cidadão.

Geralmente, as farmácias vendem este produto pelo nome de Xenical. Este é o nome do produto original.

Para que serve Orlistate?

O orlistat está disponível em vários medicamentos nos quais pode estar presente em vários graus de concentração (podendo ser vendidos em formas de comprimidos ou cápsulas).

Quando utilizado em doses baixas, o orlistate é indicado no tratamento de pacientes adultos com excesso de peso (18 anos de idade ou mais) com índice de massa corporal maiores que as recomendadas para seu corpo e idade, em associação com uma dieta reduzida em calorias e gorduras.

Dado que a avaliação do consumo ou não do orlistate deve ser feita pelo médico especialista, para saber se o princípio ativo pode ou não ser tomado, pode ser útil consultar uma tabela de IMC e consultar o seu peso e altura.

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Se o seu peso corporal for INFERIOR ao relatado ideal para a sua idade, o orlistate NÃO deve ser tomado.

Lembre-se de que ele é utilizado para o sobrepeso, e não para o ganho de peso.

Quando usado em dosagens mais altas, no entanto, o orlistat é indicado no tratamento de pacientes adultos que sofrem de obesidade, em associação com uma dieta hipocalórica adequada.

Como tomar o Orlistate?

O Orlistat é tomado em doses de uma cápsula a ser tomada com água imediatamente antes, durante ou dentro de uma hora de cada refeição principal.

Se você perder uma refeição, ou se o alimento consumido for sem gordura, é preferível não tomar o medicamento.

O paciente deve seguir uma dieta rica em frutas e verduras, na qual cerca de 30% das calorias consumidas são provenientes de gordura. Os alimentos incluídos na dieta devem ser divididos entre três refeições principais.

O médico é quem dirá o tempo de consumo do medicamento. Se necessário, ele também pode recomendar o uso de alguns suplementos. Isso porque o remédio pode interferir na absorção de vitaminas.

Isso geralmente acontece com vitaminas que necessitam de gordura, como A, D, E e K.

Como o Orlistate funciona?

A substância ativa do Xenical, o tema do nosso artigo (orlistat), é um medicamento para a obesidade que não afeta o apetite. Orlistat é um inibidor de lipases gastrointestinais (enzimas que metabolizam a gordura).

A inibição dessas enzimas impede o a absorção e o metabolismo de algumas gorduras da dieta, o que permite que cerca de 30% das gorduras ingeridas durante as refeições passem pelo intestino sem serem digeridas.

O corpo não consegue utilizar esses lipídios fornecidos pelos alimentos para produzir energia ou acumulá-los nos tecidos adiposos, promovendo assim a perda de peso.

O que precisa de saber antes de tomar Orlistate

Antes de iniciar o tratamento com orlistat, é aconselhável informar seu médico sobre suas condições de saúde, alertando-o sobre a possível presença de doenças e enfermidades de qualquer tipo.

Em particular, é muito importante informar este profissional de saúde se:

  • Você tem diabetes, pois o orlistat pode interferir na terapia antidiabética;
  • Se você sofre de doença renal e distúrbios de qualquer tipo, tomar orlistat em pacientes com doença renal crônica pode promover a formação de cálculos renais.

Além disso, é muito importante saber que a ingestão de orlistat pode causar alterações nos hábitos intestinais do paciente, dando origem à diarreia, uma consequência direta do mecanismo de ação com o qual o princípio ativo exerce sua ação terapêutica.

Claro, a probabilidade de tais efeitos aumenta se sua dieta for rica em gordura; para isso, é muito importante seguir todas as orientações fornecidas pelo médico quanto à dieta a ser seguida.

O orlistat pode causar vários efeitos colaterais, embora nem todos os pacientes os sintam ou os sintam da mesma maneira.

De fato, cada pessoa reage subjetivamente à administração do medicamento manifestando efeitos indesejáveis ​​diferentes em tipo e intensidade, ou não os apresentando.

Em caso de alergia, informe imediatamente ao seu médico.

Acima de tudo, o ideal é evitar automedicação por Orlistate. Lembre-se de que cuidar da saúde também envolve saber o que se pode ou não tomar. Portanto, fale com seu médico antes de iniciar um novo tratamento.

 

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Creatina: benefícios, usos e efeitos colaterais.

sab, 08/13/2022 - 21:21

Se você já ouviu falar na creatina, deve estar muito curioso para saber do que se trata, e quais os benefícios. Se você tem curiosidade em saber mais e conhecer os possíveis usos de suplementações, essa página é para você.

Veja a seguir tudo o que você precisa saber sobre o assunto e como fazer bom uso de suplementações.

O que é creatina?

A creatina é uma substância produzida pelo fígado e rins e que ocorre naturalmente nas células musculares. Ajude seus músculos a produzir energia durante o levantamento de peso ou exercícios de alta intensidade.

Tomar creatina como suplemento é muito comum entre atletas e fisiculturistas para ganhar massa muscular, aumentar a força e melhorar o desempenho físico.

Quimicamente falando, ele compartilha muitas semelhanças com aminoácidos. Seu corpo pode produzi-lo a partir dos aminoácidos glicina e arginina.

Vários fatores afetam as reservas de creatina do seu corpo, incluindo a ingestão de carne, exercícios, a quantidade de massa muscular e os níveis de hormônios como a testosterona.

Cerca de 95% da creatina do seu corpo é armazenada nos músculos na forma de fosfocreatina. Os outros 5% são encontrados no cérebro, rins e fígado.

Quando você suplementa, você aumenta suas reservas de fosfocreatina. Esta é uma forma de energia armazenada nas células, pois ajuda seu corpo a produzir mais uma molécula de alta energia chamada ATP.

Quando você tem mais energia ATP, seu corpo pode funcionar melhor durante o exercício.

A creatina também altera vários processos celulares que levam ao aumento da massa muscular, força e recuperação.

Para que serve a creatina?

A creatina tem muitos benefícios, porém os mais comuns são os 4 listados abaixo:

1.    Melhorar o desempenho físico

A creatina fornece energia para as fibras dos músculos, o que ajuda na redução da fadiga e melhora o desempenho do treino de força.

Como se não bastasse, a creatina ainda pode estimular o aumento dos músculos. Isso porque ela favorece a entrada de líquido nas células, aumentando assim o volume destes.

Dessa forma, não é difícil achar atletas de musculação, esporte ou fisioculturismo que façam uso de suplementos da creatina. Ela fornece mais energia e melhora o rendimento em um treino.

Além disso, ainda diminui o risco de lesões.

2.    Ajudar no tratamento de doenças musculares

O uso da creatina já mostrou que pode ter bastante eficiência no tratamento de doenças musculares, como a distrofia fibromialgia.

Isso porque ela ajuda a aumentar a força muscular, que por sua vez, influencia na capacidade de fazer movimentos comuns.

Porém, ainda será necessário alguns estudos para que o benefício seja demonstrado, juntamente com a dose indicada.

3.    Prevenir o desenvolvimento de Parkinson

A creatina pode atuar diretamente nas células da mitocôndria, o que, por sua vez, melhora a sua função, de modo que previne o avanço dos dos sintomas do Parkinson.

Porém, assim como o item anterior, alguns estudos ainda estão sendo feitos para encontrar a dose recomendada e o tempo de uso que é necessário para que a creatina possa agir na prevenção da doença.

4.    Prevenir doenças crônicas

Diabetes e doenças cardíacas podem ser prevenidas ao fazer uso de suplementos de creatina. Porém, esse uso precisa ser acompanhado de atividades físicas regulares, juntamente com uma alimentação saudável e equilibrada.

Como tomar a creatina

A creatina não pode ser tomada ao acaso!

Ela está intimamente ligada aos valores de massa magra e existem parâmetros que estabelecem a quantidade e indicações de quando utilizá-la em relação ao tipo de treino que está ocorrendo, com ciclos estabelecidos por um médico, geralmente uma carga está prevista uma fase (com concentração de carnitina em um período de tempo menor) e uma fase de manutenção (com menor gramatura de carnitina em um período de tempo maior).

Foi demonstrado que a associação com o açúcar facilita, através da secreção de insulina, o impulso da creatina pelo pâncreas em direção às células musculares.

Aqui não forneceremos informações sobre horários e quantidades de administração, pois devem ser parametrizados de acordo com cada pessoa e verificados pelo médico conforme já indicado.

Neste caso, a forma mais comum da sua ingestão é por de duas a cinco gramas de creatina por dia, durante 3 meses.

Alguns também usam a suplementação com sobrecarga, onde é feita uma dosagem maior de creatina nos primeiros dias. Isso para promover a saturação do músculo. Depois, a ingestão será reduzida durante 12 semanas.

Efeitos colaterais da creatina

A creatina pode ser um bom complemento para quem pratica esportes ou usa o corpo para trabalhos que exijam esforço muscular.

A ingestão deve ser bem equilibrada. Se assim for, dificilmente teremos efeitos colaterais referentes ao seu uso.

Então, para a pergunta “A creatina é ruim para você?” Podemos responder que não, mas é importante estar ciente de que a ingestão descontrolada pode levar à manifestação de efeitos colaterais como ganho de peso, retenção de água muscular, desidratação, náuseas, diarréia, cãibras.

Lembre-se de que tudo demais é veneno. Então, evite ao máximo o uso elevado de creatina. Por isso, lembre-se sempre de usar em quantidades moderadas, levando em consideração a recomendação do seu médico.

 

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Qual o melhor colágeno para flacidez?

sab, 08/13/2022 - 10:27

Se tem uma coisa que deixa qualquer mulher chateada, é se deparar com a flacidez na pele, não concorda? Porém, esse problema pode ser amenizado, ou até mesmo prevenido, se você encontrar o colágeno certo. O colágeno para flacidez se trata de uma família e 27 isoformas de proteínas de fibras.

Essas proteínas podem ser encontradas nos tecidos conjuntivos do corpo. Exemplos de lugares que podemos encontrar: pele, cartilagens, músculos, ossos, tendões, veias e dentes.

O colágeno tipo I, é a isoforma mais comum, sendo este encontrado na pele, ligamentos, tendões e ossos.

Por que precisamos de um suplemento de colágeno para flacidez?

Com um tempo, a pele diminui a produção de colágeno, e isso acaba resultando em uma pele mais flácida, e, consequentemente, acaba dando uma aparência mais envelhecida.

Além disso, rugas começam a aparecer e se tornarem mais frequentes com o tempo.

Esse tipo de coisa pode ir mais além com alguns hábitos comuns em algumas mulheres, como alimentação inadequada, fumo, doenças sistêmicas, alterações hormonais e emagrecimento rápido.

Alguns medicamentos também podem causar a diminuição da produção do colágeno.

Sendo assim, a indústria farmacêutica tem se preocupado em buscar medidas para prevenir a flacidez e outros sinais de envelhecimento.

Benefícios do colágeno para flacidez

O corpo produz seu próprio colágeno para fornecer e sustentar a pele, ossos, cabelos, unhas, músculos e todos os órgãos.

No entanto, como já mencionado antes, com o passar do tempo, a produção começa a diminuir, resultando nos sintomas do envelhecimento.

Atualmente, os suplementos de colágeno hidrolisado podem estimular a produção de colágeno a níveis benéficos.

Embora a maioria das pessoas conheça os benefícios de um suplemento de colágeno para flacidez, muitos desconhecem seu potencial para ajudar sua saúde.

É neste momento que você começa a tomar colágeno que você começa a experimentar mudanças significativas, se perguntando por que você não experimentou antes.

Os benefícios do colágeno (suplementos de colágeno) para o nosso corpo são tão variados quanto importantes e, em algumas ocasiões, podemos garantir quase sem pestanejar, que são quase essenciais.

Entre as mais importantes e óbvias podemos citar as seguintes:

  • Melhora a aparência da pele, cabelos e unhas;
  • Ajuda a reduzir celulite e estrias;
  • Protege, repara e regenera as articulações;
  • Fortalece gengivas e dentes;
  • Ajuda o sistema digestivo e doenças inflamatórias;
  • Aumente seu metabolismo;
  • Colaborar no processo de desintoxicação;

 

Quais são os diferentes tipos de colágeno?

Aqui está uma visão geral dos diferentes tipos de colágeno, suas fontes e seus principais benefícios para que você possa determinar qual tipo de colágeno é mais interessante:

Tipo I: Este é o tipo de colágeno mais abundante e quase considerado o mais forte encontrado no corpo humano. Encontra-se na maior parte do corpo, nos tendões, ligamentos, órgãos e pele (derme). O colágeno tipo I também ajuda a construir ossos e é encontrado no trato digestivo. É muito importante para a cicatrização de feridas, para dar à pele a sua qualidade elástica e elástica e para manter os tecidos juntos para que não se rompam (tecido conjuntivo).

Tipo II: O colágeno tipo II ajuda principalmente a construir a cartilagem, que é encontrada no tecido conjuntivo. A saúde das nossas articulações depende da cartilagem de colágeno tipo II. Por isso, é útil para prevenir dores nas articulações relacionadas à idade ou sintomas de artrite.

Tipo III: O colágeno tipo III é formado por fibras reticulares e é um importante componente da matriz extracelular que compõe nossos órgãos e nossa pele. Geralmente é encontrado junto com o Tipo I e ajuda a dar elasticidade e firmeza à pele. Também é encontrado em vasos sanguíneos e tecidos dentro do coração. Por essas razões, a deficiência de colágeno tipo III tem sido associada a um risco aumentado de ruptura dos vasos sanguíneos e até morte precoce, de acordo com os resultados de alguns estudos em animais.

Tipo IV: O colágeno tipo IV tem a importante função de formar uma lâmina basal, que se encontra nas células endoteliais que formam os tecidos que circundam órgãos, músculos e gordura. As lamelas basais são necessárias para várias funções dos nervos e vasos sanguíneos. Eles revestem a maioria de nossos órgãos digestivos e superfícies respiratórias.

Tipo V: Este tipo de colágeno é necessário para fazer a superfície das células, assim como os fios de cabelo e tecidos encontrados na placenta feminina (o órgão que cresce no útero durante a gravidez, fornece oxigênio e substâncias nutrientes para a criança em crescimento e remove os resíduos).

Também podemos citar o colágeno tipo VII e VIII, que se encontra em algumas células endoteliais. Além disso, temos também o tipo IX, que se encontra na retina e na córnea.

Mas qual o melhor colágeno para suplementação?

Podemos encontrar suplementos classificados como colágeno tipo I e tipo II. O tipo I é chamado de colágeno hidrolisado, enquanto o tipo II é chamado de não hidrolisado.

A diferença de um suplemento para o outro está em suas estruturas moleculares e indicações.

O hidrolisado é feito de colágeno tipo I, e é obtido através da extração do colágeno do osso e da cartilagem bovina.

Assim, ele passa pelo processo de hidrólise, onde as moléculas de proteína são ‘separadas em pedaços menores’. Assim, o colágeno passa a ser absorvido mais facilmente pelo organismo humano.

Através disso, percebemos que o colágeno para flacidez mais recomendado é o colágeno tipo I, sendo esta a melhor escolha.

Isso se dá pelo fato de que ele ajuda no processo de deixar a pele mais firme, e melhora a estrutura dos fios de cabelos, unhas e dentes.

Além disso, esse suplemento ajuda na perda de peso, mesmo não tendo sido feito especificamente para isso. Dá para entender o porquê deste ser o melhor colágeno para flacidez, não concorda?

Melhor colágeno para o Lipedema

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Categorias: Vascular

O que é a Dieta Cetogênica?

sab, 08/06/2022 - 16:49

No cenário atual, as mudanças relacionadas ao estilo de vida e aos alimentos consumidos geraram muitas consequências negativas na saúde populacional. A obesidade (já tratada como um problema de saúde pública) e o sobrepeso, por exemplo, tiveram um grande aumento ao redor do mundo. Conforme a Organização Mundial da Saúde (2021), desde o ano de 1975 o número de pessoas obesas quase triplicou. Em torno de 650 milhões de pessoas eram obesas em 2016, e 1,9 bilhões de adultos, com idade a partir de 18 anos, estavam acima do peso.

Dessa forma, a perda de peso é uma preocupação constante na atualidade, tanto por questões estéticas, quanto por questões de saúde. E em um cenário em que a alimentação da população, em simultâneo com outros fatores, é responsável pela crescente elevação do peso da população, e pelo aumento da obesidade, uma alteração na forma de se alimentar começa a ser considerada por muitas pessoas, já que calorias consumidas em excesso e a quantidades de macronutrientes presentes na alimentação estão relacionados a algumas doenças e ao sobrepeso, resultando assim, em um impacto negativo na qualidade de vida do indivíduo.

Devido a isso, muitas pessoas buscam ter um controle maior da alimentação por meio de dietas que promovem a perda de peso ou até mesmo uma qualidade de vida melhor, já que a modificação da alimentação pode ter uma contribuição positiva na redução do peso e no controle de comorbidades.

Assim, as dietas surgem como um importante recurso para o controle do peso, da obesidade e de outras doenças presentes na sociedade. E dentre as várias dietas disponíveis, uma que vem sendo usada para perda de peso, ou até mesmo para uso médico, é a dieta cetogênica.

O que é a dieta cetogênica?

É uma dieta caracterizada pela grande redução na quantidade de carboidratos ingeridos na alimentação e pela elevação de alimentos ricos em gorduras. Nessa dieta os carboidratos são reduzidos de forma drástica, sendo consumidos a uma quantidade máxima de 50g por dia (geralmente consome-se por volta de 300g/dia). Assim, é uma dieta rica em lipídeos e pobre em carboidratos (e uma quantidade de proteínas moderada).

 

Como a dieta causa perda de peso?

Na dieta cetogênica ocorre uma mudança no modo de obtenção de energia do nosso corpo. A grande redução na quantidade de carboidratos da alimentação faz com que o corpo tenha que buscar energia em outras fontes.

Haverá a redução do açúcar no sangue e, em seguida, a busca por outra forma de energia no fígado (ocorrerá a utilização do glicogênio por meio da neoglicogênese). E com o fim dessa fonte de energia, haverá a procura de energia no tecido gorduroso.

Por ser uma dieta que se baseia em gorduras, os lipídeos serão usados como fonte de energia pelo corpo. Então começará a metabolização de gordura e a elevação dos corpos cetônicos (ácido acético e acetona) na corrente sanguínea e, assim, será mantido um estado de cetose. Ou seja, gordura e cetonas passam a ser a principal fonte de energia do corpo, já que o corpo usará a energia advinda da queima de gordura, por meio da produção dos corpos cetônicos.

 

Quais as vantagens da dieta?

A dieta cetogênica é utilizada visando a perda de peso ou até mesmo para tratamento de algumas condições médicas. Exemplos da utilização médica da dieta é para tratamento ou controle do lipedema, ou também para pacientes pré-diabéticos ou com diabetes tipo 2, pois pode controlar os valores de glicose no sangue. Além disso, há a possibilidade de se ter uma alimentação saudável (quando há um acompanhamento profissional adequado) e uma melhora de produtividade, de acordo com alguns relatos.

 

Desvantagens da dieta Cetogênica?

Segundo Amato (2019), devido à adaptação que o corpo tem que fazer no início da dieta, é comum sentir, no início da dieta, dor de cabeça, mal-estar e náusea, por exemplo. Outros efeitos adversos incluem: redução da energia física e mental, fome, cãibras musculares, perturbação no sono, constipação e incômodo estomacal.

Quais alimentos evitar e quais consumir?

Durante a realização da dieta cetogênica há alguns alimentos que devem ficar de fora da alimentação para que os resultados possam ser mais eficazes, alguns deles são: massas, feijão, batata, arroz, quinoa e farinha de aveia. E alguns alimentos bons para o consumo são: carnes e aves, nozes, castanhas, sementes, abacate e laticínios integrais (AMATO, 2019).

O que deve ser considerado antes de iniciar uma dieta?

É muito importante, antes de iniciar uma dieta cetogênica, saber se aquela dieta é a mais adequada para você, já que algumas dietas podem não ser a melhor opção para algumas pessoas. Pacientes com diabetes e hipertensão, por exemplo, podem necessitar de uma modificação na medicação, já que pode ocorrer elevação na produção de urina e intensificação nas alterações de fluidos.

Por isso, é essencial que haja um acompanhamento médico e nutricional para identificar os possíveis riscos e benefícios de cada caso, e também para que haja uma segurança maior em relação ao consumo de alimentos saudáveis e adequados para cada perfil.

 

REFERÊNCIAS

  1. Disponível em: Obesity and overweight (who.int)
  2. Disponível em: https://vascular.pro/dieta-cetogenica/
  3. Disponível em: https://youtu.be/AN2ogP9vPh8
  4. Disponível em: https://youtu.be/Gl48zqWHAOA
  5. pdf (unisepe.com.br)
  6. RCMB-SUPLEMENTO-REVISÃO FINAL.pdf (ufba.br)
  7. Livro: Dieta Cetogênica Estratégica

 

 

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O que é a Trombose e quais seus riscos?

sex, 08/05/2022 - 19:31

A trombose é uma doença silenciosa que já matou milhares de pessoas nos últimos anos devido às suas complicações perigosas. Saiba tudo sobre a trombose e tire todas as suas dúvidas ao decorrer desse artigo.

O que é a trombose?

A trombose é a formação de um coágulo de sangue, chamado de trombo, no lúmen dos vasos ou artérias sanguíneas que levam ao bloqueio da passagem do fluxo de sangue. Caso esse coágulo se desprenda da parede do vaso ou artéria, não se trata mais de um caso de trombose sim de embolia. Outra situação médica crítica. No entanto, existem alguns tipos diferentes de trombose e como as classificamos.

Quais os tipos de trombose?

A trombose pode ser classificada de acordo com o vaso em que o trombo é formado, em resumo podemos classificar da seguinte maneira:

  • Trombose arterial: quando há formação de um trombo em uma artéria. A presença de trombose arterial implica no bloqueio do fluxo sanguíneo para o coração, para o cérebro, membros e outros órgãos, podendo resultar em um ataque cardíaco, derrame ou gangrena.
  • Trombose venosa: quando há formação de um trombo em uma veia. Quando o coágulo se forma em uma veia calibrosa, gerando reação inflamatória, chamamos de trombose venosa profunda. Vale ressaltar que qualquer veia pode ser acometida, sendo a mais comum a veia da perna como a femoral, ou a ilíaca, braquial e jugular interna.

Mas e quando se trata de um processo de trombose, porém em vasos mais superficiais? Nesses casos utilizamos o termo tromboflebite para designar processos inflamatórios com formação de coágulo nas veias superficiais.

O que causa trombose?

São diversas as causas de uma trombose, sendo as mais comuns:

  • Desordens nos Fatores de Coagulação (Trombofilia)
  • Traumas ou operações cirúrgicas
  • Obesidade
  • Imobilidade e incapacidade de se movimentar (como ficar longos períodos sentado, sedentarismo ou internações longas)
  • Fraturas ósseas
  • Alguns medicamentos
  • Injúrias nas veias das pernas
  • Desordens de origem autoimune

 

Quais os fatores de risco para a trombose?

Além das causas da trombose, existem algumas situações que vão aumentar as chances de desenvolvimento de um coágulo na parede dos vasos ou artérias, sendo as vezes diferentes para cada uma das classificações da trombose. Veja abaixo:

Quais os fatores de risco para trombose venosa?
  • Gravidez: o risco de coágulos durante o período gestacional continua até 6 semanas após o parto.
  • Tabagismo: afeta a coagulação e o fluxo sanguíneo.
  • Controle de natalidade a partir de pílulas anticoncepcionais
  • Histórico prévio de trombose venosa profunda na família, ou no próprio indivíduo
  • Cateter venoso central
  • Pessoas idosas
  • Trombofilia

 

 

Quais os fatores de risco para trombose arterial?
  • Diabetes
  • Pressão e colesterol altos
  • Tabagismo
  • Dieta deficitária
  • Histórico familiar prévio de trombos na artéria
  • Pessoas idosas maiores de 60 anos
Quais os sintomas da trombose?

No geral, cada indivíduo apresenta sintomatologias únicas e o ideal é sempre procurar um profissional médico para ser realizado o diagnóstico. No entanto, existem alguns sintomas que podem ser apresentados no quadro de trombose, sendo eles:

  • Dor nas pernas (geralmente na parte interna das coxas)
  • Sensação de peso nas pernas ao final do dia
  • Aparecimento de varizes
  • Inchaço na perna ou nos braços
  • Dores no peito
  • Fraqueza ou adormecimento em um lado do corpo

 

Como a trombose pode ser diagnosticada?

Através de alguns exames que podem ser indicados pelo profissional que cuida da sua saúde:

  • Ultrassom: um exame que emite ondas sonoras e é capaz de checar a passagem do fluxo sanguíneo pelas artérias ou veias.
  • Testes de sangue: em busca de entender a capacidade de coagulação do sangue e fragmentos de um coágulo sendo dissolvido
  • Venografia ou Flebografia: um procedimento de radiografia das veias, após a injeção de um corante especial para mostrar como o sangue está fluindo
A trombose tem cura?

O plano de tratamento irá depender de uma série de fatores como: sua idade, a gravidade da sua condição, o quão bem você reage a determinadas terapêuticas. Tendo isso em mente o processo terapêutico da trombose pode ser elencado em alguns pontos:

  • Medicamentos com propriedades anticoagulantes que ajudam a reduzir a viscosidade do fluído sanguíneo e portanto, dissolver o coágulo.
  • Meias elásticas que oferecem compressão nas pernas também são indicadas
  • Medicações que reduzem o colesterol
  • Drogas vasodilatadoras.
Possíveis complicações em detrimento da trombose

Como comentamos acima, a trombose se caracteriza como uma formação de um trombo em uma parede venosa ou arterial. Sendo assim, a complicação mais grave da trombose é a embolia pulmonar, quando o coágulo se desprende da parede do vaso seguindo pela corrente sanguínea.

A embolia pulmonar é uma condição que coloca a vida do indivíduo em risco, levando a sintomas de:

  • Falta de ar repentina
  • Dores no peito enquanto respira ou tosse
  • Frequência cardíaca e respiratória aumentadas
  • Tosse com sangue
  • Fraqueza e tontura.
Após o tratamento há chance de recidivas?

Depende do que causou a trombose. Digamos que você foi para o centro cirúrgico realizar uma cirurgia, cirurgia esta que foi a causa da sua trombose. Como sendo uma causa muito específica e sem recorrência, as chances de recidiva desse trombo são baixas.

No entanto, se falarmos de alguém que desenvolveu trombose sem nenhum fator agravante, apenas por conta dos seus hábitos ou uma trombofilia, existe uma chance maior de recidiva caso a pessoa não se adapte.

 

Como prevenir o aparecimento de trombos?

 

Para prevenir o aparecimento de trombos o primeiro passo é interferir nos fatores de causa ou de risco, ou seja:

  • Parar com o hábito do fumo
  • Beber com moderação
  • Pratique exercícios físicos regularmente
  • Melhore os hábitos alimentares com o objetivo de diminuir o colesterol, a diabetes e a hipertensão.
  • Mantenha vigilância sobre o peso, para não causar uma maior pressão nos vasos e artérias.

E o conselho mais valioso: se movimente!

Se precisar longas horas sentado ou deitado, tire 15 minutos a cada 2 horas para se levantar, e se alongar, fazendo com que o sangue circula melhor.

Além disso, não cruze as pernas enquanto sentado, para não prejudicar o fluxo do sangue.

Enquanto você estiver viajando, mesmo de carro ou de avião tente sempre tirar os 15 minutos. E se não puder se levantar e andar, você também pode fazer alguns exercícios de baixo impacto apenas visando a movimentação das articulações e músculos.

 

Prof. Dr. Alexandre Amato

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Como prevenir as doenças vasculares? [2022]

seg, 08/01/2022 - 08:44

Prevenir a instalação de doenças vasculares é um fator importante na busca diária por uma vida mais saudável e longeva. As doenças vasculares são problemas graves responsáveis por uma porcentagem considerável de mortes no país. Além disso, seus sintomas e complicações comprometem severamente a mobilidade, a realização de atividades diárias, a estética e a saúde mental do indivíduo. Veja a seguir quais são as principais doenças vasculares e o que fazer para preveni-las.

A importância da prevenção de doença vasculares é enorme, tanto que falamos desse assunto periodicamente.

O que são doenças vasculares?

Doenças vasculares são aquelas que atingem e prejudicam o bom funcionamento do sistema vascular, formado pelos vasos sanguíneos responsáveis pelo transporte de sangue e outras substâncias por toda a extensão do corpo humano.

O principal efeito das doenças vasculares é a interrupção da circulação sanguínea pelo corpo, causando complicações graves como acúmulo de líquido, acúmulo de sangue, formação de coágulos e lesões nas veias e nas artérias.

 

Principais doenças vasculares e como prevenir

Existe uma série de doenças que atingem o sistema vascular e o bom funcionamento dos vasos sanguíneos. As principais serão listadas a seguir com suas respectivas medidas de prevenção.

Varizes

As varizes talvez sejam as doenças vasculares mais comuns e mais conhecidas da população em geral. Caracterizam-se por veias dilatadas, saltadas e avermelhadas, algumas com formatos semelhantes a teias de aranha e que provocam dor, inchaço e cansaço nas pernas.

As varizes podem ser de dois tipos: primárias, de origem genética e secundárias, adquiridas devido a algum fator externo.

Prevenção de varizes de origem genética

Ao identificar alguém na família com histórico de varizes, a mulher já deve tomar precauções para evitar que esse problema também a atinja, já que ela está dentro do fator de risco. O primeiro passo é procurar um cirurgião vascular para investigar e antecipar o tratamento da veia doente.

Outra técnica de prevenção é o uso da meia elástica de leve compressão. É um hábito que reduz bastante o surgimento das varizes. As meias de compressão estimulam a circulação sanguínea e aliviam sintomas como o inchaço e o cansaço, muito comum naquelas pessoas que ficam muito tempo em pé ou passam o dia sentadas por conta do trabalho.

A prática de hábitos saudáveis também é outra forma de prevenir as varizes. Portanto, é importante fazer atividade física, exercitar os músculos, especialmente da panturrilha e evitar hábitos nocivos como o uso do cigarro e o álcool em excesso.

Prevenção das varizes de origem secundária

As varizes secundárias geralmente são adquiridas após algum trauma ou devido a complicações como a trombose venosa. Nesse caso, é preciso evitar esses acidentes e tratar qualquer complicação vascular previamente identificada para evitar as varizes. E, claro, levar uma vida ativa com prática de hábitos saudáveis.

 

Trombose venosa

A trombose venosa se caracteriza pela presença de coágulos dentro dos vasos sanguíneos, impedindo a circulação. Pode ser superficial quando atinge a parte mais externa das veias e pode ser profunda quando está entre os músculos das pernas.

Por ser uma doença que também tem um fator genético forte, uma das medidas de prevenção é buscar orientação de um cirurgião vascular antes que surjam os primeiros sintomas. A trombose pode ser uma complicação das varizes e, por isso, é preciso ficar atento.

Outro ponto importante de prevenção é perder peso. A obesidade é uma das causas da trombose venosa. Além disso, é recomendado o uso de meias elásticas e a prática de atividades físicas de forma constante.

 

Aneurisma periférico

O aneurisma periférico caracteriza-se pela dilatação de uma artéria na região das pernas, devido à presença de coágulos, impedindo a circulação. Pode causar inchaço, dor e vermelhidão local, além de outros problemas de circulação.

A melhor prevenção é a consulta com o cirurgião vascular para diagnóstico precoce da doença, bem como o início do tratamento o quanto antes.

 

Pé diabético

O pé diabético é uma doença que atinge pessoas que têm diabetes e os principais sintomas são: calos, rachaduras, micoses, ferimentos, mudança na tonalidade da pele, dor e infecções. A má circulação sanguínea é um dos grandes causadores dessa doença.

Como medida de prevenção, o primeiro passo é manter o diabetes controlado. Aliado a isso, é necessário redobrar os cuidados com os pés usando calçados confortáveis, evitando andar descalço, evitar cortes na região dos membros inferiores, secar bem os pés para evitar micoses e tratar com urgência qualquer feridinha que possa surgir.

 

Doença arterial obstrutiva periférica

Ocorre quando há alguma obstrução ou estreitamento das artérias dos membros inferiores. Geralmente é provocada pelo acúmulo de placas de gordura no sangue, além do envelhecimento natural do corpo.

Algumas medidas de prevenção consistem em: controlar os índices de colesterol, manter uma alimentação saudável, perder peso, evitar o tabagismo, controlar o diabetes e a hipertensão e sair do sedentarismo.

Além disso, é fundamental buscar ajuda médica, já que a doença apresenta sintomas leves, porém, desconfortáveis e que exigem o tratamento correto.

 

Quais são os fatores de risco para as doenças vasculares

Além das causas comuns das doenças vasculares, existem os fatores de risco. São situações, hábitos ou condições que envolvem o indivíduo aumentando o risco da incidência dessas doenças. É importante conhecer esses fatores para aprender a lidar melhor com eles.

  • Obesidade
  • Tabagismo
  • Consumo excessivo de álcool
  • Ficar muito tempo em pé
  • Ficar muito tempo sentado
  • Alimentação rica em gordura, frituras e demais alimentos pouco saudáveis
  • Histórico familiar de doenças vasculares
  • Sedentarismo
  • Hipertensão
  • Diabetes
  • Altos índices de colesterol
  • Idade avançada
  • Ter sofrido com outras doenças vasculares no passado
  • Problemas cardíacos

 

É muito importante estar ciente desses fatores de risco porque eles também podem funcionar como um método de prevenção geral para as doenças vasculares. Ao analisar os seus hábitos e o seu estilo de vida, o indivíduo pode promover mudanças na sua rotina e afastar o surgimento dessas e de outras enfermidades.

Como vimos, existem diferentes tipos de doenças vasculares e a prevenção de cada uma delas depende do conhecimento prévio das suas causas. Contudo, algumas orientações são básicas e comuns a todas, como a consulta periódica com um médico vascular, profissional especializado no tratamento dessas doenças e que pode antecipar o diagnóstico de algum problema, antes do surgimento dos sintomas. Além disso, é fundamental manter hábitos saudáveis e tentar evitar, dentro do possível, os fatores de risco que também influenciam no surgimento e agravamento da doença.

 

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TV Brasil em Junho 2022 Conscientização do Lipedema

sex, 06/17/2022 - 15:57
Conheça os sintomas do lipedema, doença crônica pouco conhecida.

Junho é o mês de conscientização para o lipedema. Doença crônica pouco conhecida, ela pode ser a causa do inchaço e acúmulo de gordura nas pernas.

O problema atinge principalmente as mulheres, já que é ligada ao hormônio estrogênio. Saiba quais os sinais da doença.

Fonte: TV Brasil

Você sabe o que é lipedema?

Junho é o mês de conscientização para o lipedema. Doença pouco conhecida e que afeta muitas mulheres, por estar relacionado ao estrogênio, causando acúmulo de gordura nas pernas e pele sensível. As mudanças podem provocar também lesões nos joelhos, além de ansiedade em um nível mais elevado.

Segundo o especialista, é fundamental saber diferenciar os casos de lipedema dos casos de obesidade, para que o tratamento correto seja aplicado.

Fonte: TV Brasil

Diagnóstico correto facilita dia a dia de mulheres com lipedema

Você sabe o que é lipedema? A inflamação, relacionada com o estrogênio, e por isso muito mais comum entre as mulheres, provoca o acúmulo de gordura nas pernas e deixa a pele da região muito sensível. O peso das pernas gera fadiga, problemas no joelho, além de ansiedade e estresse.

Por falta de um diagnóstico correto, muitas mulheres com lipedema são confundidas com mulheres obesas, e são submetidas a dietas e até a cirurgia bariátrica. Para diminuir os erros de diagnóstico, o mês de junho é dedicado à conscientização sobre o tema.

Fonte: TV Brasil

Doença pouco conhecida, lipedema pode ser causa de inchaço nas pernas

O inchaço e acúmulo de gordura nas pernas, principalmente em mulheres, é sinal de uma doença crônica ainda pouco conhecida: o lipedema.

Junho é o mês de alerta sobre o problema, que está relacionado ao hormônio estrogênio.

Fonte: TV Brasil

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Como funciona a dieta cetogênica

sex, 06/03/2022 - 11:53

Talvez você já tenha ouvido falar da dieta cetogênica, mas você sabe como funciona?

A dieta cetogênica surgiu como um tratamento para pacientes com crises convulsivas nos primeiros anos do século 20.

No entanto, a dieta cetogênica se tornou popular entre as pessoas que não têm crises convulsivas devido ao seu efeito de perda de peso.

Porém, como funciona a dieta cetogênica?

O que faz uma dieta criada para tratar crises convulsivas ser tão popular entre as pessoas que desejam perder peso?

Confira agora como funciona a dieta cetogênica e se vale a pena aderir com a intenção de perda de peso.

Como funciona a dieta cetogênica

Essa dieta consiste no aumento de consumo de gorduras boas.

Além disso, quase todos os alimentos ricos em carboidratos são eliminados da alimentação diária.

Acima de tudo, é importante consumir uma grande quantidade de proteínas.

Mas, como funciona essa dieta?

A gordura passa a se tornar a principal fonte de energia do corpo, já que o carboidrato que é usado como fonte de energia foi quase eliminado da alimentação.

Como resultado, é possível notar uma perda de peso considerável.

Qual a melhor dieta?

Existem diversos tipos de dieta hoje em dia e talvez você até esteja se perguntando qual a melhor dieta para fazer.

A dieta cetogênica é considerada uma das melhores dietas da atualidade porque protege a massa magra e te faz perder somente gordura.

Além disso, proporciona bem estar e energia.

Acima de tudo, se feita da maneira correta, é possível ver bons resultados tanto no quesito emagrecimento quanto na qualidade de vida já no primeiro mês.

Em 2021, a dieta cetogênica estava entre as dietas eleitas como a melhor dieta.

Portanto, vale a pena aderir a dieta com a intenção de perder peso.

Dieta cetogênica x Dieta low carb

Por se tratar de uma dieta onde se prioriza o consumo de gorduras boas e proteínas, a dieta cetogênica é muitas vezes confundida com a dieta low carb.

No entanto, existem algumas diferenças entre as duas.

São elas:

Na dieta cetogênica o consumo de carboidratos permitido é de no máximo 50 gramas por dia, já na low carb é permitido até 150 gramas por dia.

Além disso, a perda de peso na dieta low carb é mais lenta do que na cetogênica.

Como fazer

Agora que você já sabe como funciona a dieta cetogênica, confira abaixo como fazer.

Como dito anteriormente, o consumo de carboidratos pode ser de no máximo 50 gramas por dia.

Por esse motivo, a ingestão de gorduras boas e proteínas deve aumentar.

Por exemplo, deve-se consumir pelo menos 20% de proteínas.

Para isso, inclua no almoço e no jantar alimentos como carne, peixe ou frango.

Além disso, inclua queijos e ovos nos lanches.

Não se esqueça também de incluir na sua alimentação diária alimentos ricos em gorduras boas.

Alguns exemplos de alimentos ricos em gorduras boas são:

  • Coco
  • Abacate
  • Azeite de oliva
  • Amêndoas
  • Nozes
  • Leite de amêndoas
  • Creme de leite
  • Leite de coco
  • Amendoim
  • Castanhas
  • Manteiga de amendoim

Esses são só alguns exemplos de alimentos ricos em gorduras boas, veja lista de alimentos permitidos e proibidos na dieta cetogênica.

É importante saber quais são os alimentos permitidos e proibidos na dieta cetogênica, dessa forma você garante ter melhores resultados.

Acima de tudo, garante que está fazendo a dieta de forma correta e não corre o risco de comer alimentos que são considerados proibidos nesta dieta.

Dieta Cetogênica Estratégica: transforme gordura em energia

Conclusão

Este artigo teve como intuito informar sobre como funciona a dieta cetogênica.

Além disso, compartilhar informações importantes sobre a dieta.

Por exemplo, como fazer e quais são os alimentos permitidos e proibidos.

Portanto, se você estava com dúvidas sobre essa dieta que se tornou tão popular, tenho certeza de que esse artigo foi útil.

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Quais são os alimentos permitidos e proibidos na dieta cetogênica

sex, 06/03/2022 - 11:45

Você sabe quais são os alimentos permitidos e proibidos na dieta cetogênica?

A dieta cetogênica ajuda a perder peso através de uma alimentação com quase nada de carboidratos, uma grande quantidade de gorduras boas e proteínas.

No entanto, é comum algumas pessoas começarem sem saber direito o que está fazendo e consumindo alimentos considerados proibidos na dieta cetogênica.

Portanto, se você quer começar a fazer a dieta cetogênica do jeito certo, continue lendo esse artigo.

Tenho certeza de que será extremamente útil para você.

Quais são os alimentos permitidos e proibidos na dieta cetogênica.

Como dito anteriormente, na dieta cetogênica não se come quase nada de carboidratos.

Enquanto que as gorduras boas e as proteínas são a parte principal da alimentação na dieta cetogênica.

Porém, para não haver confusão e ingerir algum alimento proibido pensando que é permitido, é importante saber quais são os alimentos permitidos e proibidos na dieta cetogênica.

Confira abaixo quais são esses alimentos.

Alimentos permitidos na dieta cetogênica

Essa é uma lista de alimentos permitidos na dieta cetogênica, anote, tire print ou imprima para sempre que precisar consultar.

  • Carne suína
  • Carne bovina
  • Frango
  • Peixes, principalmente os que possuem mais gorduras como o salmão, a sardinha e a truta
  • Embutidos como bacon, presunto e chouriço, de preferência os artesanais que são de melhor qualidade
  • Aeite de oliva
  • Manteiga
  • Creme de leite
  • Iogurte natural e sem açúcar
  • Leite de amêndoas
  • Leite de coco
  • Queijos, como por exemplo o cottage, Brie, parmesão, cheddar, feta, suíço, mussarela
  • Cream cheese
  • Amendoim
  • Nozes
  • Castanhas
  • Castanha do Pará
  • Avelã
  • Amêndoas
  • Manteiga de amendoim
  • Pasta de castanha de caju
  • Pasta de amêndoa
  • Abacate
  • Coco
  • Morango
  • Amora
  • Framboesa
  • Cereja
  • Espinafre
  • Alface
  • Brócolis
  • Cebola
  • Abobrinha
  • Pepino
  • Couve flor
  • Couve
  • Aipo
  • Sementes, como por exemplo a de girassol, chia, gergelim e linhaça
  • Maionese
  • Mostarda
  • Azeitona

Esses são só alguns exemplos de alimentos permitidos na dieta cetogênica, no entanto, essa é uma lista muito boa para quem deseja começar a fazer essa dieta.

Alimentos proibidos na dieta cetogênica

Confira abaixo alguns exemplos de alimentos proibidos na dieta cetogênica.

  • Arroz
  • Macarrão
  • Aveia
  • Amido de milho
  • Cereais
  • Soja
  • Feijão
  • Ervilha
  • Grão de bico
  • Lentilha
  • Farinha de trigo
  • Torrada
  • Pão
  • Batata
  • Batata doce
  • Banana
  • Bolos
  • Doces
  • Biscoitos
  • Chocolate
  • Caramelo
  • Açúcar
  • Açúcar mascavo
  • Vitaminas
  • Sorvetes
  • Chocolate em pó
  • Pizza
  • Lasanha
  • Leite de vaca
  • Bebidas alcoólicas

Além disso, tome cuidado com os alimentos industrializados, confira sempre o rótulo para saber se tem por exemplo carboidratos e a quantidade.

Acima de tudo, conferir se tem açúcar ou algum dos alimentos proibidos.

Quantas refeições fazer por dia?

Saber quais alimentos são permitidos e proibidos é uma grande dúvida de quem deseja começar a dieta cetogênica.

No entanto, uma outra dúvida que é tão grande quanto a anterior é quantas refeições fazer por dia.

Na dieta cetogênica não existe uma quantidade exata de refeições por dia.

Portanto, a quantidade de refeições vai variar de pessoa para pessoa, já que cada pessoa sente fome em momentos diferentes.

O importante é não ficar com fome e está sempre saciada.

Já que o objetivo dessa dieta é reduzir drasticamente a quantidade de carboidratos e aumentar a queima de gordura, não reduzir a quantidade de refeições diárias.

Diferente de algumas dietas em que quase se passa fome de tão reduzida que é a quantidade de refeições por dia.

Para saber mais:

Dieta Cetogênica Estratégica: Transforme Energia em Gordura

Conclusão

Esse artigo teve como o intuito compartilhar uma lista de alimentos permitidos e proibidos na dieta cetogênica.

Além disso, informar sobre aspectos importantes dessa dieta.

Como por exemplo, sobre uma dúvida muito comum que é a quantidade de refeições diárias recomendadas.

Acima de tudo, informar sobre a importância de tomar cuidado com alimentos industrializados.

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Cardápio para dieta cetogênica

sex, 06/03/2022 - 11:31

Quer emagrecer? Confira o cardápio para dieta cetogênica.

Se você está sem ideia de como começar a dieta cetogênica, então esse cardápio pode servir como um guia.

Esse cardápio para dieta cetogênica é de 7 dias, mas, você pode adaptar nas próximas semanas para não enjoar.

No entanto, não esqueça de conferir quais são os alimentos permitidos e proibidos na dieta cetogênica para não errar na hora de montar seu cardápio.

Cardápio para dieta cetogênica

O cardápio foi feito para 7 dias e para as 5 principais refeições do dia: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar.

Confira abaixo esse cardápio da dieta cetogênica para emagrecer que está bem fácil de seguir.

Primeiro dia da dieta cetogênica

No café da manhã sugerimos para esse primeiro dia omelete com algum queijo permitido + meia xícara de alguma fruta permitida, por exemplo cereja ou framboesa.

Para o lanche da manhã, iogurte natural sem açúcar e um punhado de nozes.

No almoço a sugestão é 2 filés de carne acompanhado com aspargos e cebola salteada no azeite de oliva.

No lanche da tarde, 6 morangos cortados em pedaços com creme de leite.

Para facilitar e tornar mais prático, repita no jantar a mesma sugestão do almoço.

Segundo dia

No café da manhã, café sem açúcar e peito de peru com metade de um abacate.

Para o lanche da manhã, alguma fruta permitida e gelatina sem açúcar.

O cardápio para dieta cetogênica no almoço do segundo dia pode ser salmão grelhado ou o peixe permitido de sua preferência, salada de rúcula e 1 colher de sopa de azeite de oliva para temperar.

No lanche da tarde, 1 fatia de mussarela com presunto ou peito de peru e 1 iogurte natural com 1 colher de chá de semente de chia.

Repita a mesma sugestão do almoço no jantar.

Terceiro dia

Café da manhã, omelete de presunto com azeite e um copo de leite de amêndoas.

No lanche da manhã, 1 punhado de castanhas com metade de um abacate.

Para o almoço, Strogonoff de frango com salada de couve flor regada com azeite de oliva e cebola em rodelas.

Lanche da tarde, vitamina com frutas permitidas.

No jantar, siga mantendo a mesma sugestão do almoço.

Quarto dia da dieta cetogênica

No café da manhã, vitamina de cereja com leite de coco ou leite de amêndoas e metade de um abacate com peito de peru.

Lanche da manhã, iogurte natural sem açúcar mais uma porção de castanhas.

Almoço, atum ou o peixe de sua preferência, salada com mix de folhas, por exemplo alface, rúcula e agrião, 1 colher de sopa de azeite para temperar.

Lanche da tarde, 2 fatias de queijo mussarela ou o queijo permitido de sua preferência, 1 xícara de chá verde e meia xícara de framboesa.

No jantar, repita a refeição do almoço.

Quinto dia do cardápio da dieta cetogênica para emagrecer

Café da manhã, ovos mexidos com tomates, o suficiente para saciar a fome e café sem açúcar, preto ou com leite permitido.

No lanche da manhã, 1 colher de creme de amendoim e vitamina de morango.

No almoço, hambúrguer caseiro com queijo cheddar ou o queijo permitido de sua preferência, com brócolis e espinafre no vapor, tempere com limão e alho refogado no azeite.

Lanche da tarde, vitamina de abacate com leite permitido.

Jantar, a mesma opção do almoço.

Sexto dia

Café da manhã, iogurte natural sem açúcar com mix de sementes, por exemplo chia e girassol + meia xícara de morango ou a fruta permitida de sua preferência.

Lanche da manhã, mix de frutas secas e um copo de suco de morango.

Almoço, filé de frango com couve e mussarela gratinados.

Lanche da tarde, vitamina de leite de coco com amêndoas e ovos mexidos com peito de peru.

Jantar, repita a opção do almoço.

Sétimo dia

Café da manhã, omelete com queijo, azeitonas e presunto + café sem açúcar.

No lanche da manhã, suco de frutas permitidas e presunto com queijo.

Almoço, Strogonoff de carne, com mix de folhas e azeite de oliva e limão para temperar.

No lanche da tarde, vitamina de leite de coco com morango e castanhas.

Para o jantar repita a mesma refeição do almoço.

Veja muito mais no livro: Dieta Cetogênica Estratégica – transforme gordura em energia

Conclusão

 

Esse artigo teve como intuito compartilhar um cardápio para dieta cetogênica.

Lembrando que essa é só uma sugestão e você pode usar de inspiração para adaptar como preferir.

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Benefícios da dieta cetogênica

sex, 06/03/2022 - 11:21

Essa dieta ajuda a emagrecer, mas, você conhece os outros benefícios da dieta cetogênica?

Quando se fala em perder peso, a dieta cetogênica está entre as dietas mais procuradas e indicadas.

No entanto, a dieta cetogênica proporciona muito mais benefícios que a perda de peso.

Confira abaixo quais são os benefícios dessa dieta.

Benefícios da dieta cetogênica

A dieta cetogênica consiste em reduzir o consumo de carboidratos a quase nada e aumentar o consumo de gorduras boas e proteínas.

Como resultado, a gordura passa a ser a principal fonte de energia do corpo, o que leva a perda de peso.

No entanto, esse é só um benefício, confira abaixo mais benefícios da dieta cetogênica.

  • Auxilia na perda de gordura abdominal

Não é só na perda de gordura corporal que essa dieta atua, além disso, vai proporcionar também perda de gordura abdominal.

Se feita da maneira correta, em pouco tempo você vai ver esse benefício da dieta cetogênica.

  • Diminui os níveis de triglicerídeos

Níveis elevados de triglicerídeos podem aumentar o risco de AVC, doenças crônicas e ataque cardíaco.

Portanto, é totalmente benéfico a diminuição dos triglicerídeos, já que diminui também o risco de doenças ligadas aos níveis altos de triglicerídeos.

  • Controla o açúcar no sangue

A dieta cetogênica tem a capacidade de diminuir a necessidade de insulina, como resultado controla o açúcar no sangue.

  • Aumenta o colesterol bom

O colesterol bom ou HDL ajuda a transportar colesterol da corrente sanguínea para o fígado, onde é quebrado e descartado.

Ou seja, ajuda a evitar o colesterol ruim que faz mal à saúde.

  • Controla a pressão arterial

Como a dieta cetogênica reduz os picos de açúcar no sangue, acaba contribuindo para diminuir a resistência à insulina.

Como resultado, baixa a pressão arterial.

Além disso, reduz riscos de diversos tipos de acidentes vasculares que a pressão alta contribui para acontecer.

  • Ajuda em transtornos neurológicos

Além de ajudar a diminuir episódios de epilepsia, contribui para combater a neuroinflamação, ou seja, ajuda a reduzir incidências de doença de Parkinson e o Alzheimer ou qualquer doença neurodegenerativa.

  • Controla o apetite

Se seu medo de fazer dieta é aquela sensação de fome que a maioria das dietas provocam, então não precisa se preocupar.

Na dieta cetogênica essa sensação de fome não existe, muito pelo contrário, o que existe é a sensação de saciedade.

Como resultado, controla o apetite.

Isso ocorre porque a gordura boa presente na dieta cetogênica dá uma boa sensação de saciedade.

  • Altera a estrutura do LDL

A dieta cetogênica ajuda a aumentar o tamanho das partículas de LDL, impedindo que mais delas passem a circular na corrente sanguínea e se alojem nas paredes das suas artérias em caso de inflamações na parede arterial.

Os sintomas da síndrome metabólica são um sinal de doenças como diabetes, doenças cardíacas ou neurodegenerativas.

Ou seja, todos esses sintomas podem ser melhorados graças a dieta cetogênica.

Leia o Livro: Dieta Cetogênica Estratégica

 

Outros benefícios

Além de todos os benefícios para a saúde citados anteriormente, a dieta cetogênica proporciona bem estar, mais disposição, aumenta a energia e preserva a massa magra corporal.

Sem contar que o emagrecimento acontece de forma mais rápida quando comparada a outras dietas.

Conclusão

Esse artigo teve como objetivo compartilhar informações sobre os benefícios da dieta cetogênica.

A maioria das pessoas já conhecem ou ouviram falar que a dieta cetogênica proporciona perda de peso.

No entanto, desconhecem que a perda de peso ocorre mais rápido e os seus inúmeros benefícios para a saúde.

Portanto, se você achava que a dieta cetogênica só é boa porque emagrece, agora sabe que os benefícios vão muito além de só emagrecimento.

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Celulite: como tratar?

qui, 06/02/2022 - 09:05

A celulite, condição caracterizada pelo acúmulo de gordura, água e toxinas embaixo da pele, afeta a estética e a autoestima de milhares de pessoas. De acordo com a SBDFL (Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Fluminense), o problema afeta cerca de 95% da população feminina e é um dos principais motivos para a realização de procedimentos estéticos no país.

Cientificamente conhecida como lipodistrofia ginoide, a condição causa um aspecto ondulado na pele, semelhante a uma casca de laranja. E embora seja mais comum em pessoas brancas, a celulite também acomete todas as outras etnias. Contudo, apenas raramente afeta os homens.

A celulite não é considerada uma doença, mas dependendo do estágio, pode comprometer a circulação sanguínea. Saiba como evitar e tratar o problema neste artigo. É importante lembrar que muitas vezes não é celulite, e sim o lipedema. O lipedema é uma doença crônica que ocorre na maioria das vezes em mulheres, com deposição de gordura em membros, e com características inflamatórias. Se quiser descobrir se tem lipedema responda o questionário de auto avaliação.

Afinal, o que causa a celulite?

 

Vários fatores podem desencadear a celulite, a saber:

  • Má alimentação;
  • Sedentarismo;
  • Obesidade;
  • Predisposição genética,
  • Alterações hormonais;
  • Estresse;
  • Sexo (prevalente em pessosas do sexo feminino);
  • Biotipo físico;
  • Metabolismo lento;
  • Problemas circulatórios;
  • Cor da pele (mais comum em pessoas de pele branca).

Na mulher, a celulite é mais comum em regiões como braços, bumbum e coxas, enquanto nos homens geralmente se instala no abdômen.

 

Por que a celulite afeta mais mulheres do que homens?

 

A resposta para essa pergunta é simples: hormônios. O estrogênio, um dos hormônios femininos que regulam o ciclo menstrual, contribui para o acúmulo de líquidos e toxinas nas células de gordura, tornando-as maiores. Isso, por sua vez, altera as outras estruturas ao redor, deixando a pele irregular e cheia de furinhos.

O lipedema ocorre em 12% da população feminina no Brasil, segundo pesquisa científica realizada pelo Dr Alexandre Amato, e é, com certeza, o diagnóstico diferencial mais frequente da celulite. São 8,8 milhões de mulheres com sintomas que sugerem o lipedema.

Além dos níveis de estrogênio, pílulas anticoncepcionais também podem contribuir para o aparecimento da celulite. A gravidez e a menstruação, que causam aumento de peso e variações hormonais bruscas, também são fatores de risco para o surgimento do problema.

Diferentemente das mulheres, homens possuem tecido conjuntivo mais forte e resistente, o que dificulta o acúmulo de líquidos entre as células. Vale a pena ainda lembrar que pessoas do sexo masculino também não sofrem com muitas variações hormonais. Por isso, são menos suscetíveis aos furinhos indesejados. 

Mas isso não quer dizer que homens não tenham celulite. Homens produzem testosterona, hormônio que encaminha a gordura do corpo para o abdômen. Por isso, o acúmulo de gordura nos homens pode até ser mais raro e menos visível, mas ele existe.

 

Tipos de celulite

 

A celulite é dividida em níveis, de acordo com as características que apresentam:

  • Grau 1: não causa deformidades aparentes na pele. O acúmulo de gordura só é percebido ao apertar a pele;
  • Grau 2: ondulações e irregularidades já aparecem sob a pele, mas ainda de forma sutil;
  • Grau 3: os nódulos da celulite se tornam bem visíveis e quando a pele é comprimida causam desconforto;
  • Grau 4: a região fica endurecida, dolorida, inchada e pode inclusive comprometer a circulação sanguínea. É o famoso aspecto de casca de laranja.
  • Celulite infecciosa 
    • Erisipela: Trata-se de uma infecção cutânea causada geralmente pela bactéria Streptococcus. Ela e outras linfangites (inflamações de um ou mais vasos linfáticos) são doenças circulatórias que têm quadros clínicos semelhantes, com febre alta, vermelhidão e inchaço da perna, e podem ter em comum a mesma forma de contágio, a partir de uma lesão ou ferimento na pele.

 

Como prevenir a celulite?

 

Tirando o fator predisposição genética e variação hormonal, a celulite é uma condição que está comumente associada a um estilo de vida pouco saudável. Nesse sentido, algumas atitudes podem contribuir para que você tenha uma pele mais lisa, uniforme e saudável:

  • Adotar uma alimentação equilibrada, priorizando o consumo de alimentos naturais ricos em fibras e proteínas;
  • Manter uma boa ingestão hídrica (beber bastante água diariamente);
  • Não fumar;
  • Não ingerir bebidas alcoólicas em excesso;
  • Evitar o consumo em excesso de açúcar refinado e de sal;
  • Manter o peso ideal;
  • Praticar atividades físicas regularmente.
Celulite tem cura? Como tratar?

 

Infelizmente celulite não tem cura, mas tem tratamento. Dependendo do grau da lipodistrofia ginoide, é totalmente possível amenizar consideravelmente as ondulações na pele e conviver com o problema sem maiores transtornos estéticos. Atualmente, vários tratamentos estéticos produzem bons resultados a curto e médio prazos.

É primordial que seja feito o diagnóstico diferencial do lipedema para o tratamento correto. Alguns tratamentos de celulite podem piorar o lipedema.

Mas isso, é claro, se houver uma mudança no estilo de vida, principalmente no que diz respeito aos hábitos alimentares. Uma alimentação equilibrada combinada com a prática regular de exercícios físicos ajuda a reduzir a gordura corporal, melhorando a firmeza da pele. Quando associados ao tratamento estético adequado, esses bons hábitos podem reduzir até 90% das celulites.

Confira a seguir os principais tratamentos estéticos que melhoram o quadro de celulite:

 

Radiofrequência

 

Tratamento não invasivo, consiste no uso da radiação eletromagnética para aumentar a temperatura local e quebrar as células de gordura. A radiofrequência também estimula a produção de colágeno e melhora a flacidez da pele. O tratamento é indicado para todos os tipos de celulites.

 

Ultrassom estético

 

Outro tratamento não invasivo que ameniza os sintomas da celulite é o ultrassom estético. O aparelho emite ondas sonoras inaudíveis pelo ser humano, mas capazes de agitar as moléculas das células de gordura. Essas vibrações aumentam a energia no interior das moléculas de gordura, fazendo com que elas se rompam e o conteúdo delas seja drenado pelo sistema linfático.

 

Eletrolipólise

 

Mais uma técnica para tratar acúmulo de gordura sob a pele, só que dessa vez minimamente invasiva. Ela consiste em aplicar corrente elétrica de baixa frequência no local, por meio de agulhas de acupuntura para provocar modificações fisiológicas nos adipócitos, as células que armazenam gordura. Pode piorar o lipedema.

 

Criolipólise

 

Diferentemente da radiofrequência, que usa calor intenso para destruir as células de gordura, a criolipólise usa baixas temperaturas para atingir essa finalidade. Na prática, o aparelho congela as células de gordura, as destrói e faz com que o organismo se encarregue de expeli-las. Pode piorar o lipedema.

 

Injeção de enzimas e bioestimuladores de colágeno

 

Nessa técnica, são aplicadas no local do acúmulo de gordura injeções com substâncias termogênicas que dispersam a gordura, melhoram a circulação local, diminuem a retenção de líquidos e melhoram o aspecto ondulado da pele.

E como uma das causas da celulite é a flacidez na pele, injeções de substâncias que estimulam a produção de colágeno na região também são bem-vindas. Nesse caso, as substâncias mais utilizadas são o ácido hialurônico, o ácido poliláctico e a hidroxiapatita de cálcio. Ambas tornam a pele mais firme e impedem o acúmulo de gordura entre os tecidos. Pode piorar o lipedema.

 

Celulite exige tratamento e acompanhamento multidisciplinar

 

Conforme pontuamos neste artigo, a lipodistrofia ginoide pode ser causada por vários fatores e o seu tratamento depende da combinação de procedimentos estéticos com uma mudança radical no estilo de vida. É preciso adotar uma alimentação equilibrada, beber bastante água, não fumar, não beber em excesso, manter o peso ideal, entre outras recomendações importantes.

Nesse contexto, fica claro perceber que a celulite exige, na verdade, um diagnóstico correto antes de tudo, seguido de um tratamento médico multidisciplinar. Além do diagnóstico e tratamento prescrito por um médico vascular, é preciso ainda fazer o acompanhamento com um ginecologista para ajustar os hormônios femininos, um dermatologista para ajudar no tratamento da pele, um nutricionista para ajustar a alimentação, endocrinologista para demais hormônios entre outras especialidades para tratar de diferentes aspectos da sua saúde ao mesmo tempo.

A boa notícia é que no Instituto Amato você conta com essas e várias outras especialidades médicas para tratar a sua saúde e a da sua família. Entre em contato conosco, agende a sua consulta com um de nossos dermatologistas e livre-se dos incômodos causados pela celulite!

Dr. Alexandre Amato

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Barriga inchada: o que pode ser?

qua, 05/25/2022 - 08:43

Também chamada de distensão abdominal, a barriga inchada causa incômodos que vão muito além do prejuízo estético. Além de marcar a roupa e arruinar qualquer figurino, a condição também pode significar problemas de saúde. Portanto, ao começarem os sintomas, um médico deverá ser consultado para avaliar as causas e indicar o tratamento adequado.

O que é barriga inchada?

 

Em princípio, barriga inchada é o nome popular da distensão abdominal, um sintoma que deixa o abdômen com o tamanho visivelmente aumentado. Além do inchaço, o quadro também causa sensação de empanzinamento, desconforto e, em casos mais graves, pode prejudicar a realização de várias atividades rotineiras.

 

O inchaço abdominal é mais comum do que se imagina e atinge aproximadamente 30% da população adulta. A condição pode ser ou não acompanhada de dor e acometer todo o abdômen ou apenas parte dele. Além disso, o inchaço abdominal também pode ser do tipo duro, quando geralmente está associado a problemas gastrointestinais. Todavia, também pode ser do tipo mole, quando é causado pela retenção de líquidos. 

Em ambos os casos, é preciso prestar atenção caso esses sintomas perdurem por vários dias. Apesar de ser um problema comum, ele pode indicar outros problemas de saúde e podem ser ou não associados a outros sintomas como sangramentos e enjoos, por exemplo.

 

O que causa barriga inchada?

 

A distensão abdominal é um problema muito comum e geralmente está associado à má digestão, acúmulo de gases e retenção de líquidos. Todavia, o estufamento abdominal também pode ser causado por outros fatores, tais como:

 

  • Prisão de ventre;
  • Menstruação (período pré-menstrual);
  • Síndrome do intestino irritável;
  • Obesidade;
  • Comer muito de uma só vez e/ou rápido demais;
  • Uso de alguns medicamentos;
  • Consumo de sal em excesso;
  • Intolerância à lactose ou ao glúten;
  • Câncer de útero ou de ovário;
  • Obstrução intestinal;
  • Apendicite;
  • Colite;
  • Ascite;
  • Parasitas;
  • Doença hepática;
  • Problemas renais;
  • Insuficiência pancreática.

 

Como saber qual é a hora de procurar ajuda médica?

 

Quando a barriga inchada é causada por fatores como acúmulo de gases e má digestão, o sintoma tende a desaparecer em poucos dias. Contudo, caso isso não aconteça, pode indicar alguma das doenças citadas anteriormente. Sendo assim, sempre que a distensão abdominal se apresentar recorrente e combinada com os fatores listados a seguir, um médico deverá ser procurado:

 

  • Abdômen endurecido e com piora no quadro;
  • Febre;
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Presença de sangue nas fezes ou no vômito;
  • Dor ao tocar o abdômen;
  • Não conseguir beber ou comer por longas horas;
  • Não conseguir evacuar ou urinar;
  • Dificuldade para respirar.

 

Obtendo o diagnóstico

 

O diagnóstico da barriga inchada começa com uma avaliação clínica, onde o médico escuta a queixa do paciente, faz uma análise dos sintomas e do tipo de inchaço. Para confirmar ou descartar a suspeita de alguma doença, o médico pode ainda solicitar alguns exames laboratoriais e de imagem, tais como:

 

  • Exame de fezes de urina;
  • Exame de sangue;
  • Ultrassonografia do abdômen total;
  • Tomografia computadorizada;
  • Ressonância magnética.

 

Como diminuir a barriga inchada?

 

O tratamento para a distensão abdominal pode variar bastante, conforme o quadro clínico do paciente, ou seja, conforme a causa do problema. Entenda adiante.

 

Má alimentação

 

Consumo de alimentos ricos em sal, pouca ingestão hídrica, excesso de bebidas alcoólicas e de alimentos que causam excesso de gases estão entre as causas mais comuns da barriga inchada. 

Nesses casos, o melhor tratamento é mudar os hábitos alimentares. Beber bastante água, comer somente o necessário e evitar alimentos que produzem gases como feijão e repolho são as principais recomendações. Deve-se ainda evitar alimentos de difícil digestão como a carne vermelha e bebidas gaseificadas.

 

Prisão de ventre

 

Outro problema que causa barriga inchada é a constipação intestinal, popularmente chamada de prisão de ventre. Ela acontece quando os movimentos peristálticos realizados pelo intestino são lentos ou irregulares, a ponto de dificultar a expulsão das fezes. A prisão de ventre pode causar cólicas abdominais, gases e desconforto.

O tratamento para a prisão de ventre geralmente é feito com uma alimentação rica em fibras e aumento da ingestão de água. Em alguns casos, o médico pode prescrever o uso de laxantes para regularizar as idas ao banheiro.

 

Intolerância ao glúten

 

O glúten é uma proteína encontrada em alguns cereais, como o trigo, a cevada, o centeio e o malte, por exemplo. Ele está presente no pão, no bolo, na pizza, no macarrão, no biscoito e, claro, na cerveja. Em pessoas comuns, ele não oferece nenhum risco. Já pessoas com alergia ao glúten e doença celíaca devem evitar o consumo desses alimentos.

 

 

Intolerância à lactose

 

Já a lactose é o açúcar do leite. A substância é a responsável pelo sabor levemente adocicado da bebida e está presente no leite animal. Quem tem intolerância à lactose também pode sofrer com barriga inchada e com outros sintomas como dor abdominal, vômitos e diarreia.

Para resolver o problema, é recomendada uma dieta restritiva. Ela consiste em retirar da alimentação todos os alimentos que contêm lactose, como leite e seus derivados. O leite sem lactose é acrescido de açúcares, portanto não é a melhor opção. Para garantir o aporte de nutrientes para o organismo, é feita a substituição de ingredientes de origem animal pelos de origem vegetal.

 

Ascite

 

A ascite, por sua vez, também é conhecida como barriga d’água. Nesse caso, o inchaço na barriga é decorrente do acúmulo de líquidos na região abdominal, causado por problemas hepáticos e renais, por exemplo. Dependendo do comprometimento do órgão doente, o tratamento pode variar da prescrição de medicamentos até intervenções cirúrgicas.

 

Síndrome do intestino irritável

 

A síndrome do intestino irritável é um distúrbio que provoca a inflamação das vilosidades intestinais, causando barriga inchada, gases, prisão de ventre ou diarreia. A condição médica não tem cura e pode ser agravada por fatores como alimentação, estresse, ansiedade e depressão.

O tratamento da síndrome do intestino irritável é feito com medicamentos antiespasmódicos e/ou antidepressivos. Para aliviar a dor, o médico também pode prescrever analgésicos.

Você anda sofrendo com barriga inchada? Neste artigo você aprendeu que a condição não significa apenas aumento de peso corporal e pode indicar vários problemas de saúde. Portanto, obter um diagnóstico preciso e precoce é a melhor forma de ter um tratamento adequado, com chances de bons resultados.

No Instituto Amato você tem ao seu dispor várias especialidades médicas para avaliar a sua distensão abdominal e oferecer um diagnóstico preciso. Além de gastroenterologista, nossa equipe também é composta por endocrinologistas, nutricionistas, geriatras entre outras especialidades, para oferecer a você e aos seus familiares um atendimento multidisciplinar de saúde. Livre do seu incômodo de uma vez por todas, clique aqui e marque a sua consulta!

Dr. Alexandre Amato

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Risco de Diabetes

dom, 05/22/2022 - 17:39

Você corre o risco de contrair diabetes? Você pode se surpreender com algumas das coisas que te colocam em risco. Continue lendo e responda o questionário para saber mais sobre diabetes e descubra se você está correndo algum risco. Com essa informação você pode ser capaz de tomar medidas para reduzir seu risco e permanecer saudável. O diabetes pode ser uma doença muito grave, portanto é importante saber se você está correndo risco e tomar medidas para se proteger.

O diabetes é uma condição crônica que ocorre quando há excesso de açúcar no sangue. O risco de desenvolver diabetes aumenta à medida que envelhecemos, e estima-se que mais de 30 milhões de americanos têm a doença. Existem dois tipos principais de diabetes: o tipo 1 e o tipo 2. O diabetes tipo 1, também conhecido como diabetes insulino-dependente, desenvolve-se normalmente na infância ou adolescência. O diabetes tipo 2, que é a forma mais comum da doença, geralmente se desenvolve na vida adulta. Entretanto, a incidência do diabetes tipo 2 está aumentando em adultos jovens e crianças. O principal fator de risco para o diabetes do tipo 2 é a obesidade. Outros fatores de risco incluem história familiar, estilo de vida sedentário e certos grupos étnicos. Se não for tratada, a diabetes pode levar a sérias complicações de saúde, tais como doenças cardíacas, derrames, aterosclerose, doenças renais e cegueira. Portanto, é importante estar atento aos riscos e sinais do diabetes para que você possa buscar tratamento, se necessário.

O NHS Inglês fez o seguinte questionário para descobrir se você está em risco de diabetes tipo 2. O questionário não serve para quem já está  em tratamento para diabetes.

Sabia que a diabetes e a má circulação andam juntas? O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato (www.amato.com.br) explica como que a aterosclerose aparece na diabetes e porque é tão grave.

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Síndrome metabólica: Será que eu tenho?

dom, 05/22/2022 - 16:45

O que é a síndrome metabólica, você pergunta? Infelizmente, não é um delicioso cereal matinal, mas sim uma condição potencialmente mortal que afeta milhões de pessoas a cada ano. Então, o que você pode fazer para descobrir se você a tem? Continue lendo para obter todas as informações!

O que é a síndrome metabólica?

A síndrome metabólica é um conjunto de condições que aumentam o risco de doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais e diabetes. A síndrome inclui pressão alta, alto nível de açúcar no sangue, excesso de gordura corporal ao redor da cintura, e níveis anormais de colesterol. A síndrome aumenta o risco de infarto do miocárdio e derrame. A maioria dos distúrbios associados à síndrome metabólica não apresenta sintomas. A perda de peso, o exercício, uma dieta saudável e o abandono do cigarro podem ajudar. Você também pode tomar medicamentos para baixar a pressão sanguínea ou o colesterol. Se você tem síndrome metabólica, é importante consultar seu médico regularmente para que você possa monitorar sua condição e fazer as mudanças necessárias no estilo de vida.

Como saber se tenho sindrome metabólica?

Para ser diagnosticado como portador de síndrome metabólica, você precisa responder sim em pelo menos três das seguintes categorias. Este questionário foi adaptado do consenso da Federação Internacional de Diabetes (IDF).

Porque a síndrome metabólica é importante na cirurgia vascular?

A síndrome metabólica é um conjunto de fatores de risco que também aumentam a probabilidade de desenvolver doenças cardiovasculares. Os indivíduos com síndrome metabólica correm um risco maior de aterosclerose, que é o endurecimento e estreitamento das artérias. Isto pode levar a uma série de complicações sérias, incluindo ataque cardíaco e derrame cerebral. Os cirurgiões vasculares freqüentemente tratam pacientes com aterosclerose, e muitos desses pacientes também têm síndrome metabólica associada. Por esta razão, é importante a avaliação pelo cirurgião vascular.

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Vício em carboidratos: carbofilia.

dom, 05/22/2022 - 16:09

Se você já fez dieta, é provável que já tenha ouvido o termo “vício em carboidratos” Mas o que isso significa? E isso é realmente uma coisa? De acordo com alguns especialistas, a resposta é sim. Aqui está o que você precisa saber.

Você anseia por carboidratos? Você é viciado?

Olhe, todos nós sabemos que os carboidratos são deliciosos. Mas, às vezes, parece que não podemos deixar de nos entregar a eles – mesmo quando não estamos realmente com fome. E antes que você perceba, você está comendo muito mais do que queria e se sentindo culpado por isso mais tarde. Soa familiar? Se sim, você pode estar viciado em carboidratos. Mas não se preocupe; há muito que você pode fazer para quebrar seu vício em carboidratos e começar a se sentir melhor sobre si mesmo. Continue lendo para obter dicas sobre como começar!

Experimente este pequeno teste sobre sua relação com os carboidratos.

O que são carboidratos?

Trata-se da soma dos açúcares presentes nos alimentos, é o principal macronutriente a ser evitado na dieta cetogênica. Os carboidratos não utilizados em forma de energia são armazenados na forma de gordura.
As maiores fontes de carboidratos são alimentos como massas, grãos, pães, cereais, arroz, milho, tubérculos e doces.
Em geral, a dieta cetogênica consiste em manter-se abaixo de 20 gramas de carboidratos diários. Para fins comparativos, a dieta muito baixa em carboidratos fica abaixo de 50 gramas diárias e a dieta baixa em carboidratos (lowcarb) abaixo de 100 gramas diárias.

Qual dieta pode ajudar?

A dieta cetogênica é aquela que diminui drasticamente a quantidade de carboidratos ingeridos e pode ajudar no tratamento do vício pelo carboidrato.

 

 

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A Dieta Cetogênica é para você?

dom, 05/22/2022 - 14:49

Você provavelmente já ouviu falar sobre a dieta cetogênica uma, duas ou 100 vezes até agora. Esta dieta ganhou popularidade por seus resultados rápidos de perda de peso. Mas essa dieta rica em gordura e baixa em carboidratos não é para todos. Faça este teste para ver se a cetogênica é ou não a dieta para você.

 

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Inchaço: o que pode ser?

sex, 05/20/2022 - 07:24

Você convive diariamente com o inchaço? Pois saiba que mais do que denunciar uma alimentação rica em sódio, a condição também pode ser sinal de doenças cardiovasculares, hepáticas ou renais. Por isso, ao notar o aumento de volume em apenas um dos membros ou no corpo todo, é preciso buscar ajuda médica para obter um diagnóstico precoce e tratamento adequado. 

Mas afinal, o que é inchaço? Quais são as causas do problema? Como tratar? A resposta para essas e outras perguntas você confere no artigo a seguir. Acompanhe.

O que é inchaço?

 

Inchaço é o nome dado à retenção de líquidos no corpo, condição caracterizada principalmente pelo acúmulo de água nos tecidos. O edema, como também é chamado, pode acontecer em um dos membros apenas ou parte dele, em dois ou mais membros ou até mesmo no corpo todo.

A condição pode piorar no calor, já que as altas temperaturas ambientes provocam vasodilatação, comprometendo a circulação sanguínea. Mulheres em período pré-menstrual também tendem a sofrer com o problema por questões hormonais.

 

Principais causas do inchaço

 

Será que além dessas das causas citadas anteriormente existem outras explicações para o surgimento de edemas? A medicina garante que sim, principalmente se ele for recorrente. Entenda.

 

Insuficiência venosa crônica

 

A insuficiência venosa crônica é uma doença caracterizada pela má circulação sanguínea nos membros inferiores. A condição provoca varizes, dores nas pernas, inchaço e em casos mais graves, dermatite ocre e úlcera varicosa.

 

 

Lipedema

 

O Lipedema é a doença onde ocorre deposição de gordura nas pernas. A sensação de inchaço acompanha frequentemente o lipedema. Você sabe o que é o lipedema?

 

Problemas na tireóide

 

O mau funcionamento da tireóide, glândula que regula o metabolismo do corpo, também pode causar inchaço. No caso do hipotireoidismo, o metabolismo fica mais lento, o que propicia o acúmulo de água e sódio nos tecidos.

 

Má alimentação também causa inchaço

 

Alimentos industrializados são ricos em sódio e demais aditivos químicos nocivos à saúde. O excesso de sal presente nesses alimentos sobrecarrega os rins, que precisam de mais água para filtrar o sangue.

 

Trombose venosa profunda

 

A trombose venosa profunda (TVP) é uma doença caracterizada pela formação e acúmulo de coágulos de sangue nas veias dos membros inferiores (as pernas). A condição bloqueia o retorno sanguíneo ao coração, causando inchaço e dores nas pernas. Em alguns casos, há um deslocamento do coágulo para as artérias do pulmão, o que causa embolia pulmonar.

 

Problemas renais causam inchaço ao redor dos olhos, nos tornozelos e nos pés

 

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 10 milhões de pessoas sofrem com insuficiência renal no Brasil e entre essas, mais de 90 mil fazem hemodiálise. A doença crônica é caracterizada pela perda da função renal, que é a de filtrar o sangue e fazer com que substâncias nocivas com ácido úrico, ureia e amônia sejam expelidas do corpo através da urina.

 

Mas é claro que os rins não param de uma hora para outra. Até o comprometimento total dos órgãos, a insuficiência renal se manifesta através de sintomas como alteração na cor da urina, aumento da pressão arterial, dor lombar e edemas nos membros inferiores e ao redor dos olhos.

 

Insuficiência hepática

 

Assim como acontece com os rins, a perda das funções do fígado também causa inchaço. Só que nesse caso, o edema fica localizado na altura do abdômen.

 

Ficar muito tempo sentado

 

Quem passa muitas horas por dia sentado tende a ter problemas circulatórios e consequentemente edemas nos membros inferiores. Isso porque a posição relaxa a musculatura da panturrilha e dificulta o retorno do sangue localizado nas pernas para o coração.

 

Artrite causa inchaço em diferentes regiões do corpo

 

A artrite, doença reumática caracterizada pela inflamação das articulações, também é uma das causas de inchaço para se prestar atenção. Geralmente a doença provoca edemas nos joelhos, cotovelos, quadril, tornozelos, juntas das mãos e outras partes do corpo que possuem articulações. A doença também causa dor, vermelhidão local e rigidez muscular.

 

Gravidez

 

Já a gravidez causa inchaço principalmente nas pernas da gestante, mas também pode se estender para os braços e até mesmo para o corpo todo. Isso acontece porque durante a gestação há a redução de fluxo sanguíneo nas veias, o que ajuda a reter líquidos. Além disso, o próprio peso do corpo acaba dificultando a circulação sanguínea nos membros inferiores.

 

Como melhorar o inchaço?

 

Para melhorar o inchaço e aliviar os seus sintomas, que incluem sensação de peso, assimetria estética e aumento de peso corporal, o primeiro passo é consultar um médico, como clínico geral, cardiologista ou um angiologista. Somente a avaliação de um profissional de saúde especializado poderá indicar o tratamento adequado para o seu caso. 

 

Todavia, as recomendações mais comuns de especialistas para reduzir os edemas são:

 

  • Adotar uma alimentação mais natural, com menos produtos industrializados e processados;
  • Beber bastante água por dia (pelo menos dois litros);
  • Evitar roupas e calçados apertados;
  • Deitar-se com as pernas acima do nível do corpo (para o caso de edemas nas pernas);
  • Drenagem linfática, técnica de massagem que ajuda a eliminar o excesso de líquidos do corpo;
  • Medicamentos anticoagulantes para pacientes com trombose venosa profunda;
  • Diuréticos somente com prescrição médica e para algumas causas bem específicas;
  • Meias de compressão para melhorar a circulação sanguínea em pessoas com varizes;
  • Caminhadas para estimular a circulação sanguínea.

 

Para casos em que o edema é provocado por varizes, o médico pode ainda recomendar alguns procedimentos minimamente invasivos para tratar as causas do problema, como cirurgia de varizes e escleroterapia (aplicação de vasinhos).

 

Instituto Amato: diagnóstico preciso para inchaço com equipe de saúde multidisciplinar

 

Como você pode perceber, várias doenças podem causar inchaço em diferentes regiões do corpo. Nesse sentido, é preciso buscar uma equipe multidisciplinar de saúde para investigar as causas, chegar a um diagnóstico preciso e indicar o tratamento adequado.

 

No Instituto Amato você encontra endocrinologistas, angiologistas, cardiologistas, gastroenterologistas, nutricionistas e várias outras especialidades médicas para cuidar de todos os aspectos da sua saúde em um só lugar. Atuamos nos melhores hospitais de São Paulo e contamos com o Hospital Dia para procedimentos cirúrgicos simples e internação por um período de até 12 horas.

 

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Prof. Dr. Alexandre Amato

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